O Cristianismo Atual …

Ah, a atualidade é tão interessante: avanços científicos, avanços tecnológicos, avanços políticos, avanços nisso, avanços naquilo. De repente, tudo parece estar avançando. Mas e a fé? Será que nossa fé tem avançado também? Será que hoje compreendemos e obedecemos à Deus melhor do que antes? Será que não cometemos mais os erros do passado?


Ironicamente, nesse contexto de significativos avanços em diversas áreas, o cristianismo simplesmente parece parado e muitas vezes, parece estar retrocedendo. É claro, entendemos melhor hoje a Santa Palavra do que entendíamos a 100 anos atrás, tanto que alguns avanços foram feitos. Alguns mitos foram quebrados. Porém, infelizmente, não avançamos na obediência, na execução dos Ensinamentos do Pai (a vida cristã) e o mais triste, ainda manipulamos a Bíblia de acordo com a conveniência.


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O que há de errado então? O que sempre houve é a resposta. Somos um povo de dura cerviz. Somos egoístas e orgulhosos. Somos preguiçosos. Queremos que Deus nos abençoe, mas não queremos abençoar o nosso próximo, mesmo que esse próximo seja um irmão em Cristo. Muitas vezes, preferimos odiar o irmão do que amá-lo, contrariando o que Cristo nos ensinou: (Marcos 12:31). Não queremos executar o Ide (Marcos 16:15), e parafraseando uma música de um cantor bem conhecido hoje nas igrejas, queremos apenas as bençãos de Deus e não negamos isso. Talvez, devamos orar o Pai Nosso de forma diferente: “… que venha a nós o nosso reino, que seja feita a nossa vontade … ”.


Além do mais, hoje não queremos ouvir a verdade. Queremos um cristianismo de conveniência, que encha nossos enormes egos, com frases como “você é o filho do Rei”, “tudo posso naquele que me fortalece”, “somos mais do que vencedores”, “você não pode ser derrotado”. Não há nada de errado nessas frases, pois elas são verdadeiras. Tudo posso realmente Naquele que me fortalece, e quando se diz tudo, incluem-se também as coisas tidas como ruins: posso passar necessidades por causa Daquele que me fortalece; posso estar em risco de vida por causa Daquele que me fortalece. Os missionários estão nesse estado constantemente.


Mas o cristianismo de conveniência não é feito só de frases bonitas. Ele também é feito de pregações frouxas, que escondem a verdade de que estamos pecando diante do Nosso Deus e caminhando a passos largos para o inferno. E no lugar do Deus Santo e Salvador, que nos exige obediência (João 15:14) e uma vida de santidade (Hebreus 12:14), estamos ouvindo falar do Deus Provedor, ou melhor, do Deus banco, aquele que é obrigado, isso mesmo, obrigado, a nos dar tudo o que é nosso por direito, porque somos “filhos do Rei” e não podemos passar necessidade (blasfêmia!). A base bíblica pra isso, obviamente não existe, mas como isso enche nossos olhos e alegra nossos egos, nos esquecemos do comportamento bereiano (Atos 17:11) e aceitamos essa mentira como verdade.


E as igrejas? Ah, sim, claro, as igrejas. Criadas com o propósito de proporcionar a comunhão e o ensino (Atos 2:42) para os cristãos, estão cada vez mais se tornando ninhos da vaidade, locais onde as dissenções, as mentiras, a fofoca, a arrogância e a mesquinharia florescem (Tiago 4:1-4). E assim, o que deveria ser um baluarte do Senhor em pleno território inimigo, acaba se tornando mais um quartel de satanás, um local onde Deus e seus Sagrados Ensinamentos são desprezados (ah, você vai me dizer que guerras internas nas igrejas estão de acordo com a vontade de Deus?); Um lugar que gasta recursos para destruir vidas, ao invés de restaurá-las; Um lugar onde se comportar conforme a Bíblia ensina, pode resultar em perseguição, isolamento e críticas, até mesmo dos pastores e da liderança.


E por falar em pastores e liderança, infelizmente também vemos que eles não escapam dessa decadência. Quem faz as mensagens de conveniência? Quem adota doutrinas biblicamente incorretas nas igrejas? Os pastores e a liderança. Sabemos que eles são alvos diretos das ações do inimigo, porém, ao invés de se fortalecerem no Senhor, para resistir a tais investidas, o que vemos é eles deixando a carne agir, de tal forma que se alguém questiona o que está sendo feito, esse alguém pode até ser punido. É sério, eu não estou brincando. Existem igrejas em que uma crítica ou questionamento, mesmo que baseados na Bíblia, não são bem vindos. Tem pastores que “encaminham” os questionadores para psicólogos, porque o pastor está sempre certo. Ele é a voz de Deus (não sei onde está escrito isso na Bíblia). Tem pastores que chegam a ameaçar o questionador de processo judicial.


Segundo a Bíblia, um pastor deve (1ª Timóteo 3:1-7) tratar a igreja como Cristo a tratou (Atos 20:28; João 10:11), porém, o irônico é que em todas as vezes em que Cristo foi questionado, ele sempre respondeu e mostrou o porque de estar fazendo o que questionavam (o famoso, provar o ‘ponto de vista’). Mas tem muitos pastores que simplesmente se acham acima de Deus e ao invés de responder a questão ou mostrar para o crítico que ele está errado, ensinando em amor, eles preferem punir, preferem escorraçar e entregar o crente à satanás (é sério, eu já vi isso acontecer), porque pra eles, todo o poder nos céus e na terra foi dado para eles e não para Cristo.


Quando não fazem assim, eles usam uma arma baixa e muito conhecida de todos os crentes: o sermão de púlpito. Todo crente sabe que Deus pode usar o preletor para chamar a atenção da igreja, porém, é interessante o fato de que muitas vezes o pastor use o púlpito para repreender uma determinada pessoa (ou grupo de pessoas) da igreja, especialmente alguém que não concorda com o que a igreja faz. Aí vem algo interessante: se o que a igreja faz está contra a Palavra e um irmão critica isso (crítica construtiva, questionamentos acerca do quanto a igreja está correta segundo a Bíblia, não é sacanagem!) e no culto à noite o pastor todo irritadinho faz uma mensagem ordenando que as pessoas que não concordam com a igreja, que se retirem (como se o pastor fosse o dono da igreja), ou que se calem que em caso contrário serão punidas (como se o pastor fosse Deus), pois na igreja há profetas, será que realmente isso provém de Deus? Será que Deus realmente está de acordo com algo que contrária os próprios ensinamentos Dele manifestos em sua Santa Palavra? Eu creio que não.


E a decadência não para por aqui. Além da repressão vemos cada vez mais uma reorganização das lideranças. Cargos que não estão na Bíblia surgem e surgem para conduzir a igreja sob uma nova forma, que para variar também não é bíblica (o meu preferido é a igreja empresa). E a forma como esses cargos são concedidos, ahhh isso varia. Tem igreja que usa o regime plutocrata. Os cargos de liderança vão para quem é mais rico, quem tem o maior dízimo. Tem igreja que usa o regime de afinidade. Os cargos vão para as pessoas com melhores relações com o pastor, as mais confiáveis. Tem vários outros regimes, mas é óbvio aqui que em todos eles, o processo de eleição das pessoas aos cargos exclui completamente Deus, o que me faz questionar se tais igrejas são dirigidas por Deus ou por homens.


Como se não bastasse, os crentes que não entram ‘na linha’ dessas igrejas, são taxados de ‘sem compromisso’. Aí eu questiono: o ‘sem compromisso’ se refere à que? À Deus? À igreja. Se for a igreja realmente não é algo preocupante e aliás, é até melhor não ter compromisso com uma igreja que não segue os Sagrados Ensinamentos do Pai. Agora, se a falta de compromisso for com Deus, o que faz uma liderança dessas pensar que eles estão comprometidos com a obra? O que faz eles pensarem que estão certos, mesmo que a Bíblia mostre o contrário? A resposta é um tanto trivial: seus egos. A igreja do jeito que está, satisfaz seus egos e funciona como um clube. Acaba que tais lideranças e pastores, não se preocupam em satisfazer à Deus e sim a si mesmos, caminhando todos para o inferno e levando mais pessoas com eles.


E ainda há um tipo de pastor que me intriga bastante: o pastor assassino. Esse tipo de pastor chega em uma igreja viva, ativa na obra e usando de táticas malignas (como dar ouvido a fofoca e ao seu próprio ego), consegue matar completamente a igreja. Eu disse que esse tipo de pastor me intriga porque um pastor é chamado para cuidar da igreja (Atos 20:28) e não para matá-la e por durante muito tempo eu acreditei que esse tipo de pastor não existisse. Porém, depois de ver dois e os estragos que fizeram, eu simplesmente mudei de ideia e hoje, tenho eles como provas da decadência do cristianismo.


Sinceramente, de toda essa decadência, podemos verificar duas variantes fortes do cristianismo original, deixado por Cristo e pregado pelos apóstolos (as vezes, essas variantes estão juntas):

cristianismo imperial: igrejas com pastores imperadores absolutistas. Ninguém pode questionar nada, a obediência é absoluta, mas não à Deus e sim, ao pastor e aos projetos da igreja. Questionamentos e críticas não são permitidos e podem resultar em repreensões, expulsões, processos judiciais, internações em hospitais e etc. Para entrar nessas igrejas, você precisa fazer um curso para conhecer a igreja (o alvo da igreja é se tornar conhecida, não é tornar Deus conhecido).


cristianismo comercial: igrejas que vendem bençãos. Fazem campanhas disso, daquilo, ofertas de sacrifício e tudo no final das contas, é para arrecadar dinheiro, pois o objetivo desse tipo de igreja é vender o evangelho e não pregar as boas novas de salvação. E para conseguir clientes (digo clientes e não fiéis, porque o objetivo aqui é dinheiro e não salvação), tais igrejas usam as mensagem de conveniência e estímulo ao ego de cada pessoa (aquelas do estilo, ‘você é filho do rei’, ‘você tem que pegar o que é seu’, etc). Muitas pessoas, depois de desiludidas por esse tipo de cristianismo que sinceramente, emergiu do inferno, criam uma resistência feroz à Palavra de Deus.


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Contudo, toda essa decadência tem um ponto de origem: nós. Porque você acha que o cristianismo imperial e o comercial conseguiram se instalar? Porque nós permitimos. E porque permitimos tais aberrações? Porque nos preocupamos apenas com nós mesmos. Porque queremos satisfazer nossos egos. Porque temos preguiça de ler a Palavra, de orar, de ter comunhão com Deus e assim, enfraquecemos espiritualmente. Nos tornamos alvos fáceis para satanás e nossa carne, que deveria ser fraca, se torna forte e toma o controle de nossas ações.


No início desse artigo, sugeri uma nova oração do Pai Nosso, mais condizente com nossas ações (não concordo com essa oração que sugeri. Isso é uma ironia!). Você quer saber o porque disse o “… que venha a nós o nosso reino, que seja feita a nossa vontade … ”? Então lá vai: quando você ora, o que você pede pra Deus? Para que ele lhe dê algo ou faça algo para você? Se sim, sua oração é voltada a si mesmo. Você quer as benção de Deus para si e só. Você já orou pela obra como um todo, pelos missionários, pelas lideranças e pastores (não apenas pelas lideranças e pastores que seguem a Bíblia, mas pelas que não seguem)? Você já orou pelo nosso país (2010 é ano de eleição presidencial)? Pelas almas que caminham para o inferno? Você já pediu para que Deus faça a vontade d’Ele em você? Para que Ele o use na obra? (pedir para que Deus cumpra os propósitos d’Ele em você é diferente de pedir coisas para você). Se sim, caro irmão(ã), amém. Caso contrário, eu lhe convido a repensar suas atitudes como cristão(ã), pois você pode estar no “… que venha a nós o nosso reino, que seja feita a nossa vontade … ”.


E não é só com o conteúdo de nossas orações que temos que nos preocupar. Temos que nos preocupar também com o quanto oramos e se realmente estamos orando, ou será que devido à correria do dia a dia, nos esquecemos de nos reportar ao nosso Deus? Deus quer se relacionar conosco (Gênesis 1:26,27; Romanos 12:12) e Ele anseia com ciúmes por nós (Tiago 4:5). Porque então insistimos em ignorá-lo? Ele não fez o bastante morrendo por nós na cruz? Cristo, em sua vida na terra, nos mostrou em quão importante é a oração para o cristão (Mateus 14:23; Mateus 26:36; Lucas 3:21; Lucas 5:16; Lucas 18:1-14), então, se o povo de Deus não conversa com Deus, como então que tal povo terá condições de discernir o que é certo do que é errado? Como que nós cristãos saberemos se algo realmente provém do coração de Deus ou do coração do homem se nós não perguntamos isso para Ele? É na fraqueza da comunicação humano – Deus, que aberrações se estabelecem. Já vimos isso antes, na Idade das Trevas e vemos isso hoje, novamente.


Além da oração, como anda o nosso nível de leitura da Palavra? Com que frequência lemos a Palavra? Será que apenas a lemos nos domingos na igreja e durante a semana nossas Bíblias empoeiram em nossas casas? O próprio Cristo nos alertou do quão perigoso é não conhecer as Sagradas Escrituras (Marcos 12:24) e não somente Ele, vemos isso hoje claramente no mundo: quem sabe mais domina, quem sabe menos, é dominado. Porque então nós ainda insistimos em não ler a Palavra, em não estudá-la? Preguiça? Desinteresse? Comodismo? Afinal, o pastor é ‘pago’ para ensinar a Palavra, então vamos deixar essa tarefa de estudar a Bíblia para ele e depois, ele nos passa tudo nos cultos, afinal, estamos muito ocupados cuidando dos nossos próprios interesses. Bem mais fácil não? Bom, é assim que as aberrações ganham apoio nas igrejas: os crentes, sem conhecimento bíblico, simplesmente engolem tudo o que lhes é falado, sem pensar, sem questionar a veracidade segundo a Bíblia do que lhes é dito, pois afinal, como poderão eles questionar algo que eles nem conhecem? O interessante é que estamos em guerra contra as potestades do mal (Efésios 6:12) e maioria de nós, mal sabe usar a única arma que temos (Efésios 6:13-17), indo para a batalha despreparado e se tornando em seguida, mais uma baixa da guerra.


E os estudo bíblicos? Muitos de nós tem alergia a estudos bíblicos. Eu sou jovem e vejo muitos jovem cristãos que não só não gostam de estudos bíblicos, como não se comportam adequadamente quando participam de um. Muitos dizem que estudos são chatos. Agora eu pergunto: como pode alguém que se diz cristão achar chato aprender mais sobre o seu Deus? Isso é simplesmente contraditório! Não só contraditório como é a porta aberta para satanás agir dentro da igreja: os despreparados soldados das igrejas, simplesmente não são capazes de resistir à tropas bem treinadas do mal (uma pequena observação aqui: não estou dizendo que todas as programações para jovens devem obrigatoriamente ser estudos. Digo que eles devem existir com tanta frequência quanto as programações de comunhão, pois são de extrema importância).


Porém de nada ainda adianta conhecer a Palavra, orar e não obedecer. No final das contas, o comportamento é o que realmente importa, como diz Cristo (João 15:14; 1ª Corintios 9:14). A maior forma de pregar é vivendo como Cristo nos ensinou. Porém, nós nos esquecemos constantemente disso, e terminamos por agir como os não cristãos: falamos como eles, nos vestimos como eles (aqui digo das roupas indecentes), nos comportamos diante das outras pessoas como eles. Onde está então nosso diferencial? No fato de dizermos: eu sou cristão? Cristianismo é mais que uma religião. É um modo de vida.


Você jovem e adolescente, costuma ‘ficar’/'pegar’ (você sabe do que estou falando!)? Bom, isso não é correto segundo a Bíblia (1ª Corintios 6:13,18; 1ª Tessalonicenses 4:3). Porém mesmo assim você faz, dando lugar à carne e produzindo os frutos da mesma (Gálatas 5:19-21). Você acha que Deus está contente com isso? Você irmão(ã), costuma xingar, mesmo que a Bíblia condene tal atitude (Efésios 4:29)? Você irmão(ã) empresário(a), como trata aqueles que trabalham para você? Como escravos, procurando sugar deles o máximo que pode? É isso o que Deus lhe ensinou (Efésios 6:9; Colossenses 4:1), a escravizar? Você irmão(ã), que trabalha para outras pessoas, como você se comporta com o seu patrão e com os seus superiores? Da forma que Deus ensinou (Efésios 6:5-7)? Filhos, como vocês se comportam com seus pais? Pais como vocês se comportam com seus filhos? De acordo com o ensinado na Bíblia (Efésios 6:1-4)? Estudantes, vocês se comportam com seus professores com respeito? Vocês procuram aprender e obter bom resultado? Ou, vocês ainda não entendem que seu desempenho escolar é para glorificar o Santo nome de Cristo (1ª Corintios 10:31)?


E a obra social? Nós somos tão falhos com a sociedade, tanto que os espíritas (independente dos motivos deles) acabam nos dando uma surra nessa área. Porque então não investimos uma parcela do nosso ‘precioso’ dinheiro e tempo em obras sociais? Porque não nos importamos essa é a verdade. Porque estamos ocupados demais para nos preocupar com o próximo. Preferimos desperdiçar nosso dinheiro comprando coisas inúteis a financiar projetos como a missão vida (http://www.mvida.org.br/). Preferimos gastar nosso tempo falando bobagens do que ajudando ao próximo. Preferimos qualquer coisa, exceto ajudar e demostrar o amor ao próximo, coisa que deveria ser intrínseco aos cristãos. O irônico é que Cristo ensina algo diferente (Marcos 16:15; 1ª Corintios 9:16).


E as missões? O que fazemos pelas missões, que diga-se de passagem, foi a ordem dada por Cristo exatamente antes de sua ascensão (Marcos 16:15). Você investe em missões? Ajuda a manter algum missionário em algum lugar do mundo? Você evangeliza aqueles que são próximos a você e não conhecem a Verdade? Muitas vezes, o seu campo de missões é o seu trabalho, a sua família, a sua faculdade. O que você faz para espalhar o evangelho de salvação? Nada. Está ocupado demais para isso? E como fica a ordem que Cristo lhe deu? Quando chegar diante d’Ele você dirá a Ele que não pode pregar o evangelho a quem lhe fosse possível porque você estava ocupado demais resolvendo os seus próprios problemas? Espero que não porque a responde d’Ele não será nada agradável.


Esses absurdos resultam do nosso ego (Gálatas 5:19-21): queremos as bençãos mas não queremos abençoar; queremos ouvir a palavra que não dói, que não ‘joga’ na nossa cara o famoso ‘você está errado!’, porque geralmente achamos que sempre estamos certos; queremos dizer para todos ‘eu sou cristão’, mas nos comportar como mundanos e no final das contas, ainda dizemos que vamos para o céu.


A decadência do cristianismo atual é apenas um reflexo dos nossos erros.


É assim caríssimo(a), que vejo o quão poderosa tem sida o obra de satanás. Por durante anos, o inimigo de nossas almas tentou destruir a igreja por fora, sem sucesso. Então, ele decidiu inovar e começou a destruí-la por dentro. E para ajudá-lo nisso ele encontrou pastores que querem ser Deus, que querem ser imperadores; lideranças e crentes fracos e de fácil condução, isso sem falar nos nossos egos, na nossa sede de poder. E assim, a igreja se seculariza, o evangelho morre e Cristo, aproxima de sua vinda para levar os seus, que infelizmente, serão poucos, mas esperado, pois como dizem as Sagradas Escrituras a porta é estreita e poucos passarão por ela (Mateus 7:14).


É claro, existem crentes, lideranças, pastores e igrejas sérios por aí. Porém, esse artigo se presta a abrir os olhos de todos os cristãos, quer sérios ou não. Precisamos retornar ao primeiro amor. Precisamos cumprir a vontade de Deus em nossas vidas. A mudança começa primeiro em nós, deixando Deus agir em nossas vidas, entregando-nos realmente em Seus braços. A partir daí, com Ele e para Ele, mudaremos o mundo externo, ou outros, indo por todo o mundo e pregando o evangelho de salvação, impactando a sociedade atual positivamente e lutando para que mais e mais almas se rendam ao Senhor, lutando para que a obra de satanás para destruir a igreja, falhe novamente.

Fiquem na Graça e na Paz do Nosso Senhor Jesus Cristo.


Em Cristo,

Johnatas

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