É natal afinal!

Risos e alegrias, época de dar e dizer amar…
Mãos estendidas, distancias sem medidas…
É natal, mais um ano afinal!

Abraços apertados, aconchego amigo…
Saudade daqueles que já foram…
Presentes mil até para os inimigos…
Lágrimas de reencontros e adeus aos que partiram…

Sinos dourados ressoam…
Lendas do bom velhinho se renovam…
Trenó, conto de fadas e um mundo mágico transbordam…

Presentes pequenos, médios e grandes…
Azuis, Coloridos, com fitas e laços…
Mal sabem para onde levam seus passos…
Logo à frente, após aquela esquina esperam imensos gigantes…

Passou o natal… Os enfeites já caem…
A rotina volta, a dureza e avareza novamente se aflora…
Bondade, amizade e irmandade se esvaem…
Onde andaria os tempos bons, de risos e alegria?

Esqueceram da real fonte da mais eterna magia…
Não veio ela em trenó…
Nasceu em manjedoura, não a tiveram dó…
Noite difícil, pai e mãe sós numa noite fria…

Nascera o divino, trazendo esperança…
Estrela no alto céu brilhou…
Novo dia, nesta terra raiou…
Aos homens pecadores  boas novas numa nova aliança…

Jesus, o messias!
Cordeiro santo e remido!
Trouxe vida ao perdido!

Por: Dirceu Vieira

1 Comentário

Deixe seu comentário





*